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	<title>Renato M Miyasaki &#187; gestão de projetos</title>
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	<description>Como fazer, links de Gestão de TI e programação.</description>
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		<title>Riscos &#8211; Análise</title>
		<link>http://blog.renatom.com.br/2009/08/30/riscos-analise/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 14:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miyasaki</dc:creator>
				<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de ti]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um projeto sempre nos lembramos de fazer o escopo, as estimativas de esforço e de tempo. Porém, há um item que sempre deve ser considerado, não importando o tamanho do projeto: os riscos.</p>
<p>Menosprezá-lo pode significar a falha do projeto inteiro.</p>
<p>Para avaliar um risco, devemos considerar a probabilidade em que o risco pode ocorrer e o impacto que ela trará, se ocorrer. A probabilidade sendo calculada como porcentagem e o impacto como um valor monetário.<br />
O produto da probabilidade e do impacto é o VME (valor monetário esperado).</p>
<p>Os riscos de um projeto podem ser negativos ou positivos.<br />
Em caso negativo podemos dar respostas como evitar, mitigar, transferir ou aceitar.</p>
<ul>
<li>Evitar: a resposta dada, evitará o risco. Ex.: Vou viajar para a Europa daqui a 4 meses e possuo o risco da variação cambial. Para evitar a variação, comprarei os Euros necessários hoje.</li>
<li>Mitigar / Reduzir: a resposta sobre a causa do risco irá diminuir a probabilidade de ocorrer ou o impacto. Ex.: roubo de carro. Mitigação sobre o impacto: venda do carro e compra de um menos visado. Mitigação sobre a probabilidade: evitar estacionar na rua.</li>
<li>Transferência: transferir a responsabilidade do impacto para um terceiro. Ex.: roubo de carro. Seguro do carro mediante o pagamento de um prêmio.</li>
<li>Aceitar: dado um risco, ele é aceito se nenhuma resposta identificada é factível. Ex.: poderá haver atraso de dois dias, porém mais que isso deve ser tratado.</li>
</ul>
<p>Em caso de um risco positivo, podemos ter como respostas:</p>
<ul>
<li>Explorar: garantir que a oportunidade ocorra</li>
<li>Compartilhar: envolver terceiros que possam capturar melhor a oportunidade</li>
<li>Melhorar: aumentar a probabilidade ou impacto da oportunidade.</li>
</ul>
<p>Sabendo que o risco existe e do tipo de resposta que existem, podemos seguir para um próximo passo: como fazer isso.<br />
Para fazer isso, eu utilizarei da área de conhecimento gerenciamento de riscos do PMBoK, da quarta edição.</p>
<ol>
<li>Planejar o gerenciamento de riscos</li>
<li>Identificar riscos</li>
<li>Realizar análise qualitativa dos riscos</li>
<li>Realizar análise quantitativa dos riscos</li>
<li>Planejar resposta aos riscos</li>
<li>Monitorar e controlar riscos</li>
</ol>
<p><strong>1. Planejar o gerenciamento de riscos</strong><br />
Deve ser iniciado na concepção do projeto e finalizado nas fases iniciais do planejamento do projeto.<br />
Ele é concebido para definir as atividades do gerenciamento de riscos.</p>
<p>ENTRADAS: escopo do projeto, plano do projeto, ativos organizacionais, fatores ambientes da empresa, plano de gerenciamento de custos, plano de gerenciamento de tempo, de comunicação<br />
TÉCNICAS: reuniões e análises de planejamento<br />
SAÍDAS: Plano de gerenciamento de riscos</p>
<p>O plano de gerenciamento de riscos contém: metodologia, papéis e responsabilidades, orçamento, prazos, categorias de riscos, definições de probabilidades e impactos, matriz de probabilidade e impacto, tolerâncias revisadas das partes interessadas, formatos dos riscos e acompanhamento.</p>
<p>(A partir desse ponto, vou parar de detalhar &#8211; ficará para uma atualização posterior)<br />
<strong>2. Identificar riscos</strong><br />
É o processo de identificar os riscos que podem afetar o projeto e documentação de suas características.<br />
Nesse processo, existem diversas técnicas para identificar:</p>
<p>2.1. Revisões de documentação<br />
2.2. Coleta de informações: técnica Delphi, brainstorming, entrevista, análise da causa-raiz.<br />
2.3. Análise de listas de verificação<br />
2.4. Análise das premissas<br />
2.5. Técnicas de diagramas: diagrama de Ishikawa, de influência e fluxograma<br />
2.6. Análise SWOT<br />
2.7. Opinião especializada</p>
<p><strong>3. Realizar análise qualitativa de riscos</strong><br />
É o processo para priorizar os riscos de acordo com a probabilidade e o impacto.</p>
<p><strong>4. Realizar análise quantitativa de riscos</strong><br />
Dos riscos que foram selecionados no processo 3 pela priorização, terão suas probabilidades e impactos calculados numericamente.<br />
É utilizado também para riscos que não tivemos certeza no processo 3 para garantir que um risco que possa ter grande impacto não seja tratado.</p>
<p><strong>5. Planejar resposta aos riscos</strong><br />
Desenvolvimento de opções e ações para aumentar as oportunidades e reduzir as ameaças ao projeto.</p>
<p><strong>6. Monitorar e controlar os riscos</strong><br />
Implementação dos planos de respostas aos riscos, acompanhamento dos riscos identificados, riscos residuais, identificação de novos riscos e avaliação da eficácia do processo de riscos.</p>
<p>Fonte: PMI – Project Management Institute. <em>A guide to the project management body of knowledge – PMBOK Guide</em>. PMI Standards Committee, 2008.</p>
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		<title>O Gerente-Minuto</title>
		<link>http://blog.renatom.com.br/2009/05/17/o-gerente-minuto/</link>
		<comments>http://blog.renatom.com.br/2009/05/17/o-gerente-minuto/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 May 2009 00:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miyasaki</dc:creator>
				<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de ti]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de RH]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 08/09/2008, iniciei a disciplina Gestão de RH e Comunicação na pós que estou fazendo.
A aula é bem dinâmica e posso dizer que foi dividida em duas partes: aula exposicional e dinâmica de grupo. E nessa aula inaugural, recebemos uma apostila. Na parte final, contém algumas bibliografias interessantes que o professor comentou.
Uma das que me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 08/09/2008, iniciei a disciplina Gestão de RH e Comunicação na pós que estou fazendo.</p>
<p>A aula é bem dinâmica e posso dizer que foi dividida em duas partes: aula exposicional e dinâmica de grupo. E nessa aula inaugural, recebemos uma apostila. Na parte final, contém algumas bibliografias interessantes que o professor comentou.</p>
<p>Uma das que me chamaram a atenção foi o livro &#8220;Liderança e o Gerente-Minuto&#8221;, tentei comprar no Submarino, mas não havia disponível e acabei comprando o &#8220;Gerente-Minuto&#8221; mesmo. Mais tarde, consegui comprar o primeiro.</p>
<p>Os livros são bem didáticos e, por serem pequenos, rápidos de serem lidos.</p>
<p>Algumas bases dos livros:<br />
- objetivo-minuto, elogio-minuto e repreensão-minuto.<br />
- liderança situacional: direção, treinamento, apoio e delegação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Qualidade</title>
		<link>http://blog.renatom.com.br/2008/08/25/qualidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 23:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miyasaki</dc:creator>
				<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de ti]]></category>
		<category><![CDATA[deming]]></category>
		<category><![CDATA[ishikawa]]></category>
		<category><![CDATA[iso10006]]></category>
		<category><![CDATA[iso9000]]></category>
		<category><![CDATA[juran]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é qualidade?


Os papas da qualidade
http://www.efetividade.net/2008/05/29/qualidade-hoje-desafios-iso-ferramentas-essenciais/
Gerenciamento da Qualidade em Projetos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: left; width: 330px;"><a title="http://www.efetividade.net/2008/05/27/o-que-e-qualidade/" href="http://www.efetividade.net/2008/05/27/o-que-e-qualidade/" target="_blank">O que é qualidade?</a></div>
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<p><a title="http://www.efetividade.net/2008/05/28/os-papas-da-qualidade/" href="http://www.efetividade.net/2008/05/28/os-papas-da-qualidade/" target="_blank">Os papas da qualidade</a></p>
<p><a title="Qualidade hoje: desafios, ISO, ferramentas essenciais" href="http://www.efetividade.net/2008/05/29/qualidade-hoje-desafios-iso-ferramentas-essenciais/" target="_blank">http://www.efetividade.net/2008/05/29/qualidade-hoje-desafios-iso-ferramentas-essenciais/</a></p>
<p><a title="http://www.efetividade.net/2008/05/30/gerenciamento-da-qualidade-em-projetos/" href="http://www.efetividade.net/2008/05/30/gerenciamento-da-qualidade-em-projetos/" target="_blank">Gerenciamento da Qualidade em Projetos</a></p>
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		<title>PMBoK &#8211; Gerência de Integração</title>
		<link>http://blog.renatom.com.br/2008/08/20/pmbok-gerencia-de-integracao/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 03:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Miyasaki</dc:creator>
				<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gerências de projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
		<category><![CDATA[PMBoK]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta gerência é a responsável pela integração com todas as outras gerências do PMBoK &#8211; escopo, tempo, rh, comunicação, aquisição, qualidade, risco e custo.
O gerente de projetos (PM) trabalha o tempo todo com esta gerência. Qualquer mudança no projeto deve ser analisada e se aprovada, comunicar as outras gerências para que sejam atualizadas.
Ela é composta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta gerência é a responsável pela integração com todas as outras gerências do PMBoK &#8211; escopo, tempo, rh, comunicação, aquisição, qualidade, risco e custo.</p>
<p>O gerente de projetos (PM) trabalha o tempo todo com esta gerência. Qualquer mudança no projeto deve ser analisada e se aprovada, comunicar as outras gerências para que sejam atualizadas.</p>
<p>Ela é composta por sete processos:<br />
1. Termo de abertura do projeto (Project Charter).<br />
2. Desenvolvimento do Escopo preliminar de projeto.<br />
3. Desenvolvimento do Plano de Gerenciamento do projeto.<br />
4. Orientar e Gerenciar a Execução do Projeto<br />
5. Monitoramento e Controle do Trabalho<br />
6. Controle Integrado de Mudanças<br />
7. Término do projeto</p>
<p><strong>1. Termo de abertura do projeto</strong> autoriza o PM a associar as trabalho aos membros da equipe e utilizar recursos da companhia.</p>
<p><strong>2. Escopo preliminar do projeto</strong>: contém tudo que o PM saiba, para que seja balizado com os envolvidos no projeto (stakeholders).</p>
<p><strong>3. Desenvolvimento do plano de gerenciamento de projeto</strong>:  são as ações necessárias para definir, preparar, integrar e coordenar os planos auxiliares.</p>
<p><strong>4. Orientar e gerenciar a execuçao do projeto</strong>: alocar os recursos (humanos e materiais) e prover um ambiente para que o trabalho seja feito.</p>
<p><strong>5. Monitoramento e controle do trabalho</strong>: corrigir eventual desvio do plano original.</p>
<p><strong>6. Controle integrado de mudanças</strong>: inserir uma mudança no projeto que seja realmente necessária ao projeto e atualizar todos o gerenciamento de plano do projeto.</p>
<p><strong>7. Término do projeto</strong>: documentar tudo, principalmente as lições aprendidas. Fechamento do projeto.</p>
<p>Fonte: GREENE, Jennifer; STELLMAN, Andrew. <strong>Use a Cabeça PMP</strong>. Rio de Janeiro, 2008, Alta Books.</p>
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